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Homenagem à Catalunha e Recordando a guerra espanhola, de George Orwell (tradução e notas)

Aos 33 anos, o escritor britânico George Orwell embarcou à meia-noite de 25 de dezembro de 1936 em uma estação de trem de Paris com destino à Barcelona. Os vagões estavam cheios de voluntários europeus, que rumavam para lutar contra os fascistas na Guerra Civil Espanhola. Ao despertar na manhã do dia seguinte, Orwell viu pela janela do vagão que todos os agricultores trabalhando nos campos se viravam para a direção do trem e, com a coluna ereta, faziam a saudação antifascista com o punho cerrado — o mesmo gesto que décadas depois se repetiria em protestos pelo mundo todo. "Eles eram como uma guarda de honra, saudando o trem quilômetro após quilômetro", escreveu Orwell.  

Ao longo de seis meses, Orwell participou de treinamentos militares com adolescentes espanhóis, quase morreu de tédio nas trincheiras, atirou contra soldados franquistas, montou guarda no telhado de um cinema, dormiu enrolado em uma cortina de cabaré na companhia de duas granadas e fumou cigarros feitos por andaluzes ignorantes. De folga em Barcelona, comeu e bebeu tanto que teve de recusar uma oferta para participar do conflito em Madri. Dias depois, testemunhou a ação dos comunistas, que prenderam e fuzilaram anarquistas e trotskistas, enquanto as tropas de Franco avançavam no restante do país. 

A experiência espanhola moldou a visão de mundo de Orwell, que depois escreveria os livros A revolução dos bichos e 1984. Este ebook inclui o livro Homenagem à Catalunha, que ele começou a escrever em Barcelona, e o ensaio Recordando a guerra espanhola, que o autor redigiu anos mais tarde. Ao longo dos textos, mais de 60 notas trazem explicações e curiosidades obtidas a partir de obras de outros autores e pesquisadores. Para o leitor não se perder na complicada guerra espanhola, considerada um ensaio da Segunda Guerra Mundial, há ainda uma linha do tempo e um glossário. A palavra, contudo, é sempre do brilhante George Orwell. É ele quem comanda esta aventura. 

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O calcanhar do Aquiles

Eu, você, seus pais, o seu vizinho da frente temos algo em comum: somos todos um pouco gregos. Qualquer pessoa deste lado do mundo, da chamada civilização ocidental, tem um pé (ou até mesmo os dois) na Grécia Antiga. Isso porque foi lá, naquele pequeno território há milhares de anos, que surgiram as bases de um conhecimento coletivo que ainda partilhamos em áreas como a filosofia, a medicina, a astronomia, a matemática e as artes.
Mas a sociedade grega não era formada apenas por pensadores e suas elucubrações filosóficas. Nem só de intrincados debates viviam aqueles homens. No correr dos dias comuns, eles dedicavam-se a assuntos bem mais mundanos. Tomavam porres homéricos de vinho com pimenta, recorriam a videntes em transe para conhecer o futuro, faziam macumba, faltavam às assembleias políticas e competiam nus nas disputas esportivas. Um cotidiano repleto de manias, defeitos, preocupações triviais e um bocado de situações inusitadas.
Essa mistura, da qual ainda faz parte uma mitologia de significados inesgotáveis, é a marca do povo grego. É isso tudo o que este livro traz, deixando de lado a sisudez das teses acadêmicas, mas com um profundo trabalho de pesquisa. E muito bom humor. O resultado é uma obra divertida, de leitura saborosa, uma coleção das histórias mais curiosas que tiveram como protagonistas os gregos. Essa gente tão parecida comigo, com você, com todos nós.

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O almanaque do pênis brasileiro

Qual é o tamanho médio do pênis do brasileiro? Dá para aumentar o comprimento? Bomba a vácuo funciona? As lésbicas precisam de um pênis para ter prazer? O que acontece com o pinto depois da morte? Por que há insetos travestis nas cavernas do Brasil? Dá para ter prazer sem tocar no pênis? Por que a bola esquerda do saco é maior? Por que Zumbi teve o pênis cortado e colocado na boca? É verdade que o peixe-vampiro sobe no jato de urina? Os Afrodisíacos funcionam? Por que D. Pedro I desenhava pênis nas cartas? O que é o estojo peniano, usado pelos índios brasileiros? Como os cadeirantes fazem sexo? Por que o tucano tem um bico tão grande? Por que os pênis desenhados por homens e mulheres nos banheiros são diferentes? Por que os cangaceiros cortavam o saco de suas vítimas?

Este livro — o primeiro e maior almanaque já escrito sobre o pênis do brasileiro — é o resultado de um trabalho de investigação que durou cinco anos. Entre os entrevistados, tem de tudo: padre, preso, travesti, naturista, vereador que teve o pênis grampeado na mesa, fabricante de pintos de borracha, urologista, mãe de santo, hare krishna, instrutor de tantra, arqueólogo, tanatopraxista e criador de codornas.

Além de entender melhor como funciona o pênis, o leitor (de qualquer idade) poderá se divertir com curiosidades sobre o Brasil e sobre como as pessoas se relacionam com o pinto.

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VISITE O SITE:

www.almanaquedopenisbrasileiro.com.br

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100 dúvidas universais

Por que os americanos não se abraçam? Por que os iranianos não usam gravata? Por que os escoceses usam kilt sem cueca? Por que os japoneses são os reis do cochilo? Por que os cubanos comem de pé? Por que tem tanto Kim nas Coreias? Por que os italianos gesticulam tanto?

Neste livro, em edição exclusiva para o Kindle, foram compilados 100 textos do blog Dúvidas Universais, da Veja.com, cuja missão é a de apresentar os fatos internacionais que desafiam a lógica e o bom-senso. Para chegar às respostas, foram entrevistados especialistas nas mais distintas áreas e consultados estudos científicos e jornais do mundo todo. O resultado é um livro com linguagem clara e atraente, que diverte ao mesmo tempo em que ensina sobre esse planeta tão exótico e tão interessante.

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Guia politicamente incorreto da América Latina
com Leandro Narloch

Na história de quase todo país, é comum abrilhantar as palavras de figuras públicas e até inventar virtudes de seu caráter, mas na América Latina se vai além: escolhem-se como heróis justamente os homens que mais atrapalharam a política, mais arruinaram a economia, mais perseguiram os cidadãos. Por isso, não há como escapar: é ele, o falso herói latino-americano, o principal alvo deste livro.

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Guia Secreto de Buenos Aires

O delicioso Guia secreto de Buenos Aires nos permite viajar e conhecer um pouco mais da maior cidade da Argentina sem sequer precisar de avião. A história, tal como acontece nos cemitérios portenhos, foi desenterrada, remexida e trocada de lugar. Com a ajuda de mapas e ilustrações, o autor reúne 111 histórias de lugares curiosos e misteriosos de Buenos Aires, em textos instigantes, bem-humorados e surpreendentes.

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DUDA TEIXEIRA é jornalista e editor de assuntos internacionais da revista Crusoé. Trabalhou por doze anos na Veja. Também passou pelas revistas Superinteressante, Saúde e Istoé Dinheiro. É autor dos livros Guia Secreto de Buenos Aires, O Calcanhar do Aquiles e 100 Dúvidas Universais. Com Leandro Narloch, escreveu o Guia Politicamente Incorreto da América Latina. duda.teixeira@gmail.com

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